MENU
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/1f4fb48e3e0d46dac08931e06a82d642.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/145dccac068ddd900d639df742db7096.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/9a1c2795974e7f194f60d12072b2d89c.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/321ca363a9becbcec7861440bf3fc9d9.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/7a8e15e08289e151aa82d223a3c30821.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/a49208ba7b9723d7998e46802a6ed1ef.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/1608/slider/4ef591ea3362718a95ac9fd5d27598b3.png
Nova reserva marinha no Rio protege biodiversidade e a pesca artesanal
Atividade sustenta comunidades tradicionais há gerações
Radioagência Nacional - Por Tatiana Alves
Publicado em 20/10/2026 09:23
Todas
© Divulgação do governo do estado do Rio

A cidade do Rio de Janeiro ganhou uma nova área de conservação marinha. É a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Marinha Urupirá, que tem cerca de 3 mil hectares e fica entre Barra de Guaratiba e o Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste.

A nova unidade de conservação busca proteger a biodiversidade da região e, ao mesmo tempo, garantir a continuidade da pesca artesanal, uma atividade que sustenta comunidades tradicionais há gerações.

A área reúne ilhas, costões rochosos e ambientes marinhos considerados estratégicos para a alimentação, o crescimento e a reprodução de diversas espécies, inclusive algumas ameaçadas de extinção e de grande importância para a atividade pesqueira.

Segundo o governo estadual, a criação da reserva vai ajudar na recuperação dos estoques de pescado e no enfrentamento de problemas como a pesca ilegal, a captura predatória, o descarte irregular de resíduos e o turismo desordenado.

Outro destaque é a participação das comunidades locais na gestão da unidade. A reserva vai contar com um conselho deliberativo formado por representantes do poder público, da sociedade civil e dos pescadores da região, que terão voz nas decisões sobre o uso e a conservação do território.

No local, estão previstas ações de monitoramento e de educação ambiental, pesquisas científicas e reforço da fiscalização.

Além da preservação, a reserva abre espaço para o desenvolvimento organizado do ecoturismo, da visitação pública e de atividades esportivas compatíveis com a proteção do meio ambiente.

O nome Urupirá resgata as raízes indígenas da região e faz referência ao chamado “cesto do peixe”, símbolo que reforça a ligação histórica do território com a pesca artesanal.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários