MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/1f4fb48e3e0d46dac08931e06a82d642.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/145dccac068ddd900d639df742db7096.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/9a1c2795974e7f194f60d12072b2d89c.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/321ca363a9becbcec7861440bf3fc9d9.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/7a8e15e08289e151aa82d223a3c30821.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/a49208ba7b9723d7998e46802a6ed1ef.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/1608/slider/4ef591ea3362718a95ac9fd5d27598b3.png
Senado aprova cadastro de condenados por violência contra mulheres
Projeto cria banco de dados unificado com informações de agressores
Radioagência Nacional - Por Pedro Lacerda
Publicado em 29/04/2026 09:20
Todas
© Paulo Pinto/Agência Brasil

O Senado aprovou, nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher. A votação foi simbólica e não houve registro individual de votos dos senadores, já que o projeto já tinha apoio consolidado no plenário da Casa.

Banco de dados

A proposta, que segue agora para sanção presidencial, prevê a criação de um banco de dados unificado com informações de agressores condenados em definitivo. O sistema será compartilhado entre órgãos de segurança pública da União e dos estados, com gestão federal.

Entre os dados registrados estarão nome, documentos pessoais, fotografia, impressões digitais e endereço dos condenados. As informações ficarão disponíveis até o fim do cumprimento da pena ou por até três anos, se a pena for inferior a esse período.

O cadastro incluirá pessoas condenadas por crimes como feminicídio, estupro, assédio, importunação sexual, lesão corporal, perseguição, violência psicológica e outros tipos de violência de gênero.

Centralização de informações

Relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, a senadora Professora Dorinha Seabra destacou em seu relatório que, atualmente, as informações sobre infratores estão dispersas, o que dificulta a atuação das autoridades. Segundo ela, a centralização dos dados deve fortalecer políticas preventivas, aprimorar medidas protetivas e aumentar a efetividade no acompanhamento dos condenados.

A nova base de dados deverá funcionar de forma integrada ao cadastro já existente mantido pelo Conselho Nacional do Ministério Público, com base na Lei Maria da Penha, facilitando a troca de informações entre os órgãos públicos.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários